junho 10, 2009 Por Marcy
“Meu Deus, sem caneta não sou ninguém”
Eduardo Hoffmann
A personagem que você vai conhecer – Marcy – é contestatória por parte de mãe e contraditória por parte de pai e “resultou-se” na “co-valência”, apesar de covarde, também ambivalente. Entre o cotidiano e o extraordinário, o doméstico e o sublime, o rústico e o acústico, a solidão e a solidez, o hermético e a hermenêutica, o imperativo e o hiperativo, o microcomputador e o macro cosmos, a altitude e a atitude, ela prefere todos.
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Categoria Prolegômeno (Completo) |
Postado em junho 10, 2009 |
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